Mais de 800 seguem desaparecidos nas Filipinas

Equipes de resgate continuam procurando mais de 800 pessoas que permanecem desaparecidas hoje no sul das Filipinas, depois que uma série de enchentes repentinas matou mais de 650 pessoas, enterrando muitas em desmoronamentos e arrastando outras para o mar, de acordo com o Wall Street Journal.

EDUARDO MAGOSSI, Agência Estado

18 de dezembro de 2011 | 18h52

O secretário geral da Cruz Vermelha local, Gwendolyn Pang, disse que as cidades de Cagayan de Oro e Iligan, na costa norte da ilha de Mindanao, foram as mais atingidas pelas enchentes provocadas pelo tufão Washi. Pang disse que famílias inteiras foram arrastadas para o mar.

Imagens de televisão mostraram carros suspensos em muros ou destruídos nas ruas de Cagayan de Oro enquanto residentes locais, sujos de lama, tentavam encontrar o que sobrou de suas casas. "A escala de destruição é inimaginável", disse Joshua Reyes, que mora na região, e tenta localizar membros da família ainda desaparecidos. "Os corpos estão começando a se amontoar nas funerárias.

Enquanto as Filipinas registram cerca de 20 tempestades tropicais por ano, elas raramente chegam até Mindanao, o que está sendo considerado o motivo pelo qual muitas pessoas ignoraram os avisos de tufão. O presidente filipino, Benigno Aquino III, entretanto, disse hoje que o país precisa revisar seus sistemas de aviso contra desastres para ajudar os governos locais a dar o alarme com mais eficiência. As informações são da Dow Jones.

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