Mais de um milhão de casas em Santiago voltam a ter água potável

Mais de um milhão de casas em Santiago voltam a ter água potável

Fortes chuvas haviam provocado a interrupção no sistema de abastecimento em razão dos deslizamentos de terra e escombros, que caíram no Rio Maipo

O Estado de S.Paulo

27 Fevereiro 2017 | 15h33

SANTIAGO - Mais de um milhão de residências de Santiago voltavam aos poucos nesta segunda-feira, 27, a ser abastecidas com água potável, após uma interrupção no sistema provocada por fortes chuvas que afetaram o centro e o norte do Chile, deixando três mortos e 19 desaparecidos.

No domingo, as autoridades informaram quatro falecidos, mas no primeiro boletim desta manhã, o Escritório Nacional de Emergências (Onemi) confirmou três mortes.

A empresa Águas Andinas, responsável pelo abastecimento da capital chilena, informou que reiniciou "parcialmente a produção de água potável". "Vamos ir restabelecendo o serviço de água potável de forma paulatina e gradual, desde a manhã e durante todo o dia", disse Eugenio Rodríguez, gerente corporativo da companhia.

As fortes chuvas, que começaram no sábado, provocaram deslizamentos de terra e escombros caíram no Rio Maipo, que abastece a maior parte de Santiago, o que deixou as águas sujas e levou as autoridades a interromper o serviço.

No domingo, o corte afetou cerca de 4,5 milhões dos 6,5 milhões de habitantes da capital chilena. O governo disponibilizou 200 pontos de abastecimento na cidade.

Na região metropolitana foram registradas duas mortes, uma pessoa ferida, 18 desaparecidas e centenas de moradores isolados. / AFP

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