Mais um soldado americano é morto em Bagdá

Um soldado americano e seu intérprete iraquiano morreram na manhã desta segunda-feira em um ataque com granadas e armas de pequeno porte no norte de Bagdá, informou o exército americano. Três outros membros da 3ª Divisão de Infantaria ficaram feridos, e um trabalhador iraquiano ajudou um deles a salvar sua vida na hora que o militar tentava sair de um dos dois veículos atingidos no ataque. A morte desta manhã fez subir para 152 o número de soldados dos EUA que perderam a vida em ações militares desde o início dos combates no Iraque em 20 de março - cinco a mais do que o total de mortos na Guerra do Golfo de 1991. Ao mesmo tempo, o novo chefe das forças aliadas no Iraque e Afeganistão, general John Abizaid, visitou o país pela primeira vez desde que o general Tommy Franks deixou o posto. Abizaid anunciou planos de criar uma força de cerca de 7.000 iraquianos para trabalhar junto com as tropas americanas. A milícia, a ser treinada pelas forças dos EUA, será constituída por oito batalhões de homens armados, cada um deles com cerca de 850 membros. A milícia estaria pronta para entrar em ação dentro de 45 dias, disse Abizaid, que se reuniu hoje com os comandantes americanos em Bagdá para dizer-lhes que a formação da milícia é um esforço para diminuir a atuação das forças americanas.

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