Malásia condena atentado e rejeita extremismo islâmico

Integrante do OIC , país pede calma ao 'povo do Paquistão'

Efe

28 de dezembro de 2007 | 04h07

O primeiro-ministro da Malásia, Abdullah Ahmad Badawi, que é também o atual presidente da Organização da Conferência Islâmica (OIC), condenou, nesta sexta-feira, o assassinato da líder oposicionista paquistanesa Benazir Bhutto, e rejeitou o extremismo violento. Veja também:Japão e China condenam o assassinato de Bhutto Conflitos após morte de Benazir deixam 14 mortos no PaquistãoSharif diz que vai boicotar eleições Bush diz que assassinato foi 'ato covarde'  Filha de dinastia, Benazir era figura polêmica Análise: Paquistão em mares desconhecidosImagens Cronologia: A trajetória de Benazir Vídeo e análise com Roberto Godoy Blog do Guterman: Guerra civil à vista   "O recurso ao extremismo e à violência é inaceitável e não pode ser tolerado em nenhum lugar", disse o primeiro-ministro, num comunicado. Badawi expressou suas condolências às famílias de Bhutto e das outras vítimas. Ele também exigiu que os responsáveis pelo atentado sejam levados à Justiça. "Espero que o povo do Paquistão mantenha a calma e rezo para que a situação no país se estabilize muito em breve", concluiu Badawi. Malásia e Paquistão são dois de 57 países que formam a OIC, nascida em 1969 com a finalidade defender a vigência dos princípios do Islã e sustentar a ação solidária entre seus membros.

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