Malásia propõe ajuda a famílias de passageiros

Um oficial da Malásia se encontrou neste domingo com parentes de passageiros do avião desaparecido da Malaysia Airlines e discutiu formas de providenciar ajuda financeira. O vice-ministro de Relações Exteriores Hamzah Zainuddin encontrou familiares dos passageiros em Kuala Lumpur para falar sobre os próximos passos. Ele afirmou que um fundo em prol das famílias poderia ser criado pelo governo ou pela companhia aérea.

Agência Estado

20 de abril de 2014 | 15h29

Os familiares ficaram, porém, insatisfeitos com a reunião, dizendo em um comunicado que "até que a menor evidência" do avião desaparecido seja encontrada, as autoridades não podem tentar encerrar o caso com compensações financeiras. "Nenhum relato de progresso na investigação foi feito", disse uma das pessoas que compareceu a reunião. "Nenhuma das minhas perguntas foi respondida", acrescentou.

Zainuddin disse que irá visitar em breve Pequim para costurar relações bilaterais entre Malásia e China. Dois terços dos passageiros do avião desaparecido eram chineses e muitos familiares estão descontentes com o fato de que a Malásia é quem está conduzindo as investigações e acusam o governo malaio de mentir.

Depois de quase uma semana de busca no fundo do oceano, um submarino não tripulado começou sua oitava missão neste domingo. O equipamento já cobriu pelo menos metade de da área definida para buscas, mas ainda não descobriu nenhuma pista que possa dar luz ao misterioso desaparecimento.

Ao mesmo tempo, cerca de 11 aviões e 12 navios continuam monitorando a superfície a procura de destroços do Boing 777, que desapareceu em março numa viajem de Kuala Lumpur para Pequim. Informações de radar e satélite mostram que o avião mudou de curso por razões ainda desconhecidas e teria ficado sem combustível na remota área do sul do Oceano Índico onde se concentram hoje as buscas. Nenhum destroço foi encontrado desde que o esforço de busca multinacional começou. Fonte: Associated Press.

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