Pablo Vera / AFP
Pablo Vera / AFP

Manifestantes e policiais entram em confronto em Santiago

Governo decretou estado de emergência na capital chilena após os violentos protestos de sexta-feira contra o aumento do preço da passagem do metrô

Redação, O Estado de S.Paulo

19 de outubro de 2019 | 14h32
Atualizado 19 de outubro de 2019 | 15h38

SANTIAGO - Novos confrontos entre manifestantes e a polícia do Chile foram registrados neste sábado, 19, em vários pontos de Santiago, apesar de o governo chileno ter decretado estado de emergência e ordenado a presença de militares nas ruas da capital após os violentos protestos registrados na véspera contra o aumento do preço da passagem do metrô.

O que começou com um "panelaço" pacífico de diversas famílias se transformou em confronto entre manifestantes mascarados e as forças especiais da polícia, auxiliadas por militares, em vários pontos de Santiago. Em outras regiões e cidades do país, como Valparaíso e Viña del Mar, também ocorreram manifestações com milhares de pessoas gritando palavras de ordem contra o presidente Sebastián Piñera, mas sem causar tumulto.

Convocados inicialmente pelas redes sociais, os protestos começaram em razão do aumento do preço dos bilhetes de metrô, que passaram de 800 pesos para 830 pesos (cerca de R$ 4,80) nos horários de pico. Desde 2010, não havia um reajuste dessa proporção. Segundo informações oficiais, o acerto foi feito por conta da alta do preço do petróleo e do dólar e pela modernização do sistema. / AFP

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