Mártires de Al-Aqsa assumem morte de médico israelense na Cisjordânia

As Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa, milícia do movimento Fatah, assumiram a autoria do assassinato do médico israelense Daniel Yaacovi, de 59 anos, além do esquartejamento de seu corpo e do incêndio do carro dele, numa aldeia da Cisjordânia. "Ele foi assassinado porque Israel faz o mesmo com os palestinos", diz a organização em comunicado, no qual se responsabiliza pela morte do médico. O corpo de Yaacovi foi encontrado na madrugada da sexta-feira nos arredores da aldeia palestina de Abus, perto de Kalkilia, após mais de 15 horas de busca. Os milicianos seqüestraram a vítima, aparentemente, numa aldeia vizinha, Fundak. O médico, morador do assentamento judaico de Yakir,tinha levado seu carro a uma oficina local para conserto. O corpo desmembrado de Yaacovi estava no porta-malas do carro, que foi incendiado pelos autores do crime. "Esta é uma mensagem de fogo contra a ocupação. Morte, incineração, fogo!", diz o comunicado das milícias. Sexta-feira, numa aldeia da mesma região, um israelense foi apedrejado por jovens palestinos.

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