Médico não prescreveu Demerol a Jackson, diz advogado

O coração de Michael Jackson ainda pulsava e seu corpo estava quente quando seu médico o encontrou na cama, sem sinais de respiração, disse hoje o advogado do médico Conrad Murray à Associated Press. O advogado Edward Chernoff também disse que o médico Murray nunca prescreveu ou deu a Jackson drogas como Demerol ou OxyContin. Ele negou os relatos que sugeriram que Murray deu ao cantor drogas que contribuíram com sua morte.

AE-AP, Agencia Estado

28 de junho de 2009 | 20h43

Chernoff disse que Murray estada na mansão de Jackson na tarde de quinta-feira quando encontrou o cantor na cama, sem respirar. O médio iniciou imediatamente os procedimentos de ressuscitação cardíaca, disse Chernoff. "Ele o encontrou na cama e (Jackson) não estava respirando", disse o advogado. "Jackson ainda estava quente e tinha pulsação".

Chernoff disse que os remédios que o médico deu a Jackson foram prescritos para problemas específicos do cantor. "O doutor Murray nunca prescreveu ou administrou Demerol em Michael Jackson", disse Chernoff. "Nunca. Não naquele dia...nem Oxycontin".

Paramédicos foram chamados à mansão enquanto o médico realizava as manobras de ressuscitação, de acordo com a gravação da chamada para o número 911. Os médicos passaram 45 minutos tentando ressuscitar o cantor. Ele foi declarado morto no hospital da Universidade da Califórnia (UCLA).

Pessoas próximas a Jackson têm dito que estavam preocupadas sobre o uso que o cantor fazia de analgésicos. Médicos que realizaram a autópsia do cantor na sexta-feira disseram que Jackson havia tomado remédios controlados que ainda não foram identificados.

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