Médico que tratou Lynch nega que ela tenha sido estuprada

Os médicos iraquianos quetrataram a ex-prisioneira de guerra Jessica Lynch negaram hoje que ela tenha sido estuprada por seus captores, como afirmauma biografia autorizada sobre a vida da soldado. Embora Lynch diga que não se lembre de qualquer ataque sexual documentos médicos citados pelo livro - I am a Soldier, Too:The Jessica Lynch Story - indicam que ela foi estuprada esodomizada pelos captores iraquianos. A biografia, que deverá ser lançada na próxima terça-feira,conta a experiência de Lynch entre 23 de março deste ano, quandoa divisão dela foi emboscada em Nasiriyah, e 11 de abril, quandoela foi resgatada por tropas americanas e levada a um hospital.Lynch teve vários ossos quebrados. O médico Mahdi Khafazji, cirurgião ortopédico do principalhospital de Nasiriyah, que realizou uma cirurgia de restauraçãode fêmur em Lynch, disse não ter encontrado nenhum sinal deestupro na soldado. Ele disse também que, depois de um minuciosoexame, não foi encontrado traço de esperma em Lynch. Segundo ele, a soldado foi enviada primeiro a um hospitalmilitar e que horas depois foi levada até ele.

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