ALEX EDELMAN / AFP
ALEX EDELMAN / AFP

Médicos avaliam possível alta de Trump ainda nesta segunda, diz TV

Equipe que cuida do presidente americano, infectado por covid-19, deve tomar decisão de liberá-lo ou não ainda nesta segunda, de acordo com informações da Fox News

Redação, O Estado de S.Paulo

05 de outubro de 2020 | 11h45

A equipe médica que cuida do presidente dos Estados UnidosDonald Trump, em tratamento contra a covid-19 desde sexta-feira, deve avaliar a possibilidade de alta nesta segunda-feira, 5, de acordo com a rede de televisão Fox News. 

O chefe de gabinete da Casa Branca, Mark Meadows, disse que está "otimista" com a volta do presidente à Casa Branca ainda nesta segunda, mas comentou que Trump ainda vai conversar com médicos e enfermeiras para avaliar o progresso. "Falei com o presidente esta manhã. Ele continuou a melhorar durante a noite e está pronto para voltar a um horário normal de trabalho", afirmou à Fox News.

"Estamos otimistas de que ele poderá retornar à Casa Branca ainda hoje, com seus profissionais médicos tomando essa decisão ainda hoje (segunda)". A contaminação de Trump ocorreu em meio à corrida eleitoral pela presidência, na qual Trump aparece atrás nas principais pesquisas. Muitos americanos criticam a forma pela qual o presidente lidou com a crise sanitária - hoje, os EUA são o país mais afetados em número de casos e de mortes. 

Contaminação

O presidente americano tornou público que havia se contaminado com o novo coronavírus na manhã da sexta. Na noite do mesmo dia, foi levado de helicóptero ao hospital militar Walter Reed porque apresentou febre e fadiga. 

No sábado, Mark Meadows afirmou que o quadro de saúde de Trump era preocupante pois ele precisou receber oxigênio suplementar antes de sair para o hospital. Momentos antes, a equipe médica do presidente se negou a confirmar tal informação.

No domingo, no entanto, os médicos disseram que Trump recebeu oxigênio suplementar duas vezes, mas se recuperava bem e poderia ter alta na  segunda. “Eu não queria dar nenhuma informação que pudesse direcionar o curso da doença em outra direção e, ao fazer isso, pareceu que estávamos tentando esconder algo, o que não era necessariamente verdade”, afirmou o médico Sean Conley, na coletiva realizada no domingo. / Com NYT e AFP

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