Medvedev e Merkel condenam assassinato de ativista

Tanto o presidente da Rússia, Dmitry Medvedev, quanto a chanceler alemã, Ângela Merkel, condenaram o assassinato da destacada defensora dos direitos humanos Natalya Estemirova em encontro realizado hoje em Munique. Medvedev afirmou que o crime "não pode passar impune" e disse estar "convencido de que os assassinos serão encontrados". Ele afirmou que o caso será investigado a fundo e haverá punição aos culpados. Merkel qualificou a morte da ativista como um "acontecimento inaceitável" e pediu que sejam feitos todos os esforços para esclarecê-lo.

AE-AP, Agencia Estado

16 de julho de 2009 | 11h37

Natalya Estemirova, que investigava sequestros, assassinatos e outros abusos aos direitos humanos na Chechênia, foi encontrada morta ontem em uma estrada, com ferimentos à bala na cabeça. Horas antes, quatro homens colocaram Natalya Estemirova dentro de um carro em Grozny, a capital chechena. Testemunhas ouviram quando ela gritou que estava sendo sequestrada, disse Oleg Orlov, presidente do grupo de direitos humanos Memorial, para o qual Estemirova trabalhava. O corpo foi encontrado numa estrada da Ingushetia, que faz fronteira ao oeste com a Chechênia

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