AFP PHOTO / MANDEL NGAN
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Melania Trump é submetida a cirurgia nos rins nos EUA

É a primeira vez em que a mulher de um presidente dos EUA tem de se submeter a uma cirurgia séria desde que, em outubro de 1987, Nancy Reagan (1981-1989) passou por uma mastectomia, após ser diagnosticada com câncer de mama

O Estado de S.Paulo

14 Maio 2018 | 19h57

WASHINGTON - A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, foi submetida nesta segunda-feira a uma cirugia para tratar um problema nos rins e permanecerá internada possivelmente durante toda a semana, informou seu escritório da Casa Branca.

Melania, que completará 48 anos no próximo mês, foi internada de manhã no Walter Reed National Military Medical Center, um hospital nos arredores de Washington que tradicionalmente atende os presidentes e as primeiras-damas para avaliar seu estado de saúde.

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"O procedimento foi um sucesso e não houve complicações", informou a diretora de comunicações da primeira-dama, Stephanie Grisham, em um breve comunicado.

A porta-voz afirmou ainda que Melania quer recuperar-se logo para poder continuar seu trabalho "em nome das crianças", uma vez que neste mesmo mês lançou uma campanha batizada "Be Best" ("Seja melhor"), que busca promover uma vida mais saudável para as crianças, assim como combater o assédio na internet e o abuso de opiáceos.

Melania Trump é a primeira mulher de um presidente dos EUA que tem de submeter-se a uma cirugia séria desde que, em outubro de 1987, Nancy Reagan (1981-1989) passou por uma mastectomia, após ser diagnosticada com câncer de mama.

O presidente Donald Trump permaneceu na Casa Branca enquanto sua mulher era operada, mas a visitou durante a tarde, segundo informou a emissora CNN.

Nos últimos meses o casal Trump mostrou menos sintonia publicamente e isso alimentou rumores sobre possíveis problemas em razão do escândalo da atriz pornô Stormy Daniels, que assegura que teve um caso com o magnata em 2006, quando ele já estava casado com Melania.

Rompendo com a tradição, Melania não se mudou para a Casa Branca quando seu marido assumiu o poder em janeiro de 2016 e, durante seis meses, continuou vivendo na sua cobertura da Trump Tower em Manhattan (Nova York), enquanto seu único filho, Barron, de 12 anos, terminava o ano letivo.

Desde o princípio, Melania Trump manteve a discrição e, no seu papel de primeira-dama, foi menos ativa que suas predecessoras, Michelle Obama e Laura Bush, que impulsionaram várias causas como a luta contra a obesidade infantil e a promoção da leitura, respectivamente.

No entanto, neste mês, Melania delineou suas prioridades como primeira-dama e prometeu que se centraria nas crianças com seu plano "Be Best".

Segundo uma pesquisa publicada na semana passada pela CNN, a popularidade de Melania disparou nas últimas semanas ao passar de 47% em janeiro para 57% agora, um número que é maior que qualquer índice de popularidade do seu marido registrado pela emissora. / EFE

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