Membro da Cruz Vermelha é libertado nas Filipinas

Porém, o italiano Eugenio Vagni, também funcionário da Cruz Vermelha, segue nas mãos dessa organização

EFE,

18 de abril de 2009 | 01h21

As forças de segurança das Filipinas conseguiram, neste sábado, a libertação do suíço Andreas Notter, do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), que havia sido sequestrado pela organização Abu Sayyaf.

 

Porém, o italiano Eugenio Vagni, também funcionário da Cruz Vermelha, segue nas mãos dessa organização, que é ligada à Al Qaeda.

 

"Andreas Notter está vivo e foi resgatado por nossas forças", informou o ministro da Defesa, Gilbert Teodoro, citado pela emissora de rádio "DZBB".

 

O ministro disse que Notter, chefe da representação do CICV na cidade de Zamboanga, cerca de 890 quilômetros ao sul de Manila, foi levado à casa do governador da província de Jolo, Sakur Tan.

 

O governador dirige a equipe oficial que negociava com os sequestradores a libertação dos três reféns do CICV retidos em 15 de janeiro: Notter, Vagni e a filipina Jean Lacaba, liberada em 2 de abril.

 

O chefe da Polícia de Jolo, Julasirim Qasim, confirmou o resgate do suíço e disse à imprensa que ele parecia estar bem.

 

Fundado em 1991 por ex-combatentes da guerra do Afeganistão contra a União Soviética, o Abu Sayyaf colabora com a organização Jemaah Islamiya, braço da Al Qaeda no Sudeste Asiático, e foi responsável pelos atentados mais sangrentos dos últimos anos nas Filipinas.

Tudo o que sabemos sobre:
TERRORISMOAL QAEDA

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.