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Menina paquistanesa atacada pelo Taleban deixa hospital britânico

Malala Yousufzai defendia o direito à educação para mulheres e, em outubro de 2012, levou um tiro

Reuters

04 de janeiro de 2013 | 08h24

LONDRES - A menina paquistanesa que foi atacada por talebans armados por defender o direito à educação para mulheres foi liberada do hospital britânico onde estava internada, após receber autorização dos médicos para se recuperar junto com a família.

Malala Yousufzai, de 15 anos, levou um tiro em outubro do ano passado e foi levada à Grã-Bretanha para receber tratamento. Ela recebeu alta na quinta-feira, mas deve ser internada novamente no final de janeiro ou no início de fevereiro para ser submetida a uma cirurgia de reconstrução do crânio, disseram os médicos.

O ataque a Malala, que levou um tiro na cabeça à queima-roupa após se tornar um símbolo da resistência aos esforços do Taleban de negar o direito à educação e outros direitos às mulheres, provocou imensa condenação internacional. "Malala é uma moça forte e trabalhou duro com as pessoas que cuidam dela para fazer um excelente progresso em sua recuperação", afirmou o diretor médico do Hospital Queen Elizabeth, em Birmingham, Dave Rosser, onde Malala está sendo tratada.

"Depois de conversar com Malala e sua equipe médica, nós decidimos que ela iria se beneficiar por estar em casa com seus pais e dois irmãos."

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