Mesmo com soldados franceses, terror continua no Congo

Dezenas de pessoas foram seqüestradas e pelo menos nove morreram durante a última semana no nordeste do Congo. As condições de segurança mostram-se cada vez mais instáveis, apesar da presença de 500 soldados franceses na região. Funcionários do Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos comentam que 48 pessoas foram seqüestradas à noite, de suas casas, por homens armados e uniformizados na cidade de Bunia desde 8 de junho, dois dias após o início da chegada dos soldados franceses.O corpo de uma pessoa foi encontrado. Outras cinco conseguiram escapar, disse Manodje Mounoubai, porta-voz da missão da ONU no Congo. Sob condição de anonimato, algumas fontes dizem que 23 dos 48 seqüestrados foram assassinados. Mounoubai disse que outros oito civis foram assassinados em incidentes separados, entre eles Alphonse Musubi, sepultado hoje por funcionários da Cruz Vermelha Internacional numa aldeia nos arredores da cidade.Um porta-voz das forças estrangeiras de emergência disse que soldados franceses mataram dois guerrilheiros tribais nas primeiras horas do dia, reagindo a um ataque.

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