México diz que 82 jornalistas foram mortos desde 2000

Comissão de direitos humanos afirma que 70% desses crimes ficam sem punição

AE, Agência Estado

26 de julho de 2012 | 16h09

CIDADE DO MÉXICO - A comissão de direitos humanos do México informou nesta quinta-feira, 26, que 70% dos ataques feitos contra jornalistas no país ficam sem punição, em grande parte porque as autoridades fracassam em investigar os crimes. A comissão disse que 82 jornalistas foram assassinados e 16 desapareceram no México desde 2000.

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No período, ocorreram 28 ataques contra redações e veículos jornalísticos. Mas suspeitos foram acusados em menos de um quinto dos crimes e menos de 10% dos ataques tiveram os autores punidos.

A comissão expressou esperança de que uma nova lei protegendo os jornalistas e os ativistas dos direitos humanos ajude a reduzir o nível de impunidade no país. As estimativas do número de ataques costumam variar. Uma procuradoria especial do governo para crimes contra jornalistas afirma que 67 jornalistas foram assassinados e outros 14 estão desaparecidos desde 2006.

Com AP

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