Mianmar é uma 'bomba-relógio', diz ex-premier de Cingapura

Para Lee Kuan Yew, a missão de resolver a situação corresponde ao países que formam a Asean

Efe,

05 de outubro de 2007 | 03h22

O ex-primeiro-ministro de Cingapura Lee Kuan Yew alertou que a crise que vive Mianmar (antiga Birmânia) é uma "bomba-relógio", e que a missão de desativá-la corresponde à Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).   Veja também: Vídeo da CNN com as imagens  População apóia protesto dos monges Corpo do fotógrafo morto em Mianmá chega ao Japão Junta militar liberta grupo de monges UE aprova sanções contra regime militar Entenda a crise e o protesto dos monges  Dissidentes cibernéticos driblam censura    Em declarações publicadas nesta sexta-feira pelos meios de imprensa da Cidade-Estado, Lee disse que os países da Asean sabem que se chegará a um "ponto sem retorno" se a situação em Mianmar se deteriorar com o aumento do uso da violência para aplacar o povo.   Lee louvou o comunicado que a Asean emitiu na semana passada, no qual o organismo expressava sua repulsão pela brutal reação da Junta Militar birmanesa às grandes manifestações a favor da democracia.   A declaração foi considerada pelos analistas como uma das mais comprometidas da Asean, freqüentemente criticada por sua política de não intervir nos assuntos internos de seus parceiros.

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