Ivan Valencia/ AP
Ivan Valencia/ AP

Mike Pompeo pede que Maduro libere executivos americanos presos na Venezuela

Secretário alegou razões humanitárias em razão da saúde frágil dos prisioneiros e do aumento de casos de coronavírus no país sul-americano

Redação, O Estado de S.Paulo

19 de março de 2020 | 10h50

WASHINGTON - O Secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, pedir que a Venezuela liberte seis executivos americanos presos "injustamente" no país há mais de dois anos. Pompeo alegou razões humanitárias, frente aos casos de coronavírus registrados no país sul-americano, para pedir a liberação dos prisioneiros.

"Todos esses homem detidos injustamente têm sistemas imonológicos debilitadis devido a problemas de saúde acumulados e sofrerão  um grave risco de saúde caso se infectem", disse Pompeo em um comunicado. E acrescentou: "Já passaram mais de dois anos na cadeia sem que seja apresentada nenhuma evidência, é hora de libertá-los por razões humanitárias".

As prisões de Tomeu Vadell, Gustavo Cardenas, Jorge Toledo, Alirio Zambrano, Jose Luis Zambrano e Jose Angel Pereira ficaram conhecidas como o caso do Citgo 6, em referência ao nome da empresa que dirigiam. Em novembro de 2017, os seis executivos da Citgo, do ramo petrolífero, foram chamados para uma reunião em Caracas, na estatal PDVSA, companhia dona da empresa dirigida pelos homens. Eles foram presos durante o encontro por agentes de segurança de Nicolás Maduro.

Além do comunicado oficial, Pompeo também usou sua conta no Twitter para reforçar o pedido. "Já passou da hora de Maduro libertar o #Citgo6 que atualmente está definhando na notória prisão de Helicoide na Venezuela. Mais de 2 anos na prisão sem evidências contra eles; 18 audiências canceladas. Inaceitável", escreveu. / AFP

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