Milhares de suspeitos de genocídio em Ruanda serão libertados

Autoridades judiciais ruandesas começarão, no mês que vem, a libertar milhares de suspeitos de genocídio e rebeldes capturados para amenizar o drama da superlotação nas penitenciárias de Ruanda, anunciou hoje o procurador-geral da república, Gerard Gahima.Mais de 40.000 detidos serão beneficiados por um regime de liberdade condicional, em obediência a um decreto presidencial assinado na semana passada pelo presidente Paul Kagame, que também procura evitar mantê-los detidos durante mais tempo do que qualquer sentença que venham a ser obrigados a cumprir.As acusações contra eles não foram retiradas, garantiu Gahima.

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