Milícia declara guerra e conflito já mata 13 na Somália

Um funcionário do setor de emergências na Somália afirmou que uma nova eclosão de confrontos entre militantes islamitas e forças do governo deixou 13 pessoas mortas, enquanto um partidário importante de uma das mais fortes milícias do país declarou "guerra total" contra os invasores.

AE-AP, Agência Estado

23 de agosto de 2010 | 15h02

O xeque Ali Mohamud Rage, porta-voz da organização Al-Shabab, disse hoje que os militantes iniciaram uma nova guerra contra os invasores, os quais parecem ser os 6.000 soldados das forças de paz da União Africana (UA) que estão em Mogadiscio.

Os combates na capital somali irromperam logo após Rage ter anunciado "guerra total" em coletiva de imprensa. Ali Musa, chefe do serviço de ambulâncias de Mogadiscio, disse que 13 pessoas foram mortas e 50 foram feridas.

Os insurgentes atacaram com morteiros e com tiros de tanques as tropas do governo somali e da União Africana. As 13 pessoas foram mortas perto de um dos maiores mercados de Mogadiscio. A Al-Shabab é uma organização fundamentalista islâmica, a qual se suspeita ter ligações com a Al-Qaeda.

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