Militantes paquistaneses morrem no Afeganistão

Pelo menos 22 militantes paquistaneses de um grupo ligado ao Taleban morreram durante os ataques anglo-americanos ao Afeganistão. A informação não pôde ser checada, mas caso seja verdadeira, esse será o maior número de mortes entre pessoas ligadas a um grupo terrorista desde o início dos ataques, em 7 de outubro. Muzamal Shah, um líder do grupo Harkat ul-Mujahedeen, disse em Lahore que os integrantes que morreram haviam viajado do Paquistão ao Afeganistão para ajudar a milícia Taleban, que controla o Afeganistão, a "planejar uma estratégia para combater a América". Eles estavam em uma reunião em uma casa de Cabul ontem quando uma bomba destruiu o local. Entre os corpos, que não puderam ser reconhecidos, estavam vários comandantes do grupo, disse Shah. A Islamic Press, uma agência de notícias independente com sede no Paquistão, informou que o governo paquistanês se recusou a repatriar os corpos dos militantes. O Harkat ul-Mujahedeen recentemente foi listada como uma organização terrorista e as contas e recursos do grupo foram confiscados pelos governos do Paquistão e dos Estados Unidos. O escritório do grupo, que também luta para que a Caxemira seja anexada ao Paquistão, foi fechando no começo deste mês. Leia o especial

Agencia Estado,

24 Outubro 2001 | 06h01

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