Ministro defende Bélgica e outros da UE no G-20

O ministro das Finanças da Bélgica, Didier Reynders, que representou a União Europeia nas negociações do Grupo dos 20 em Seul, requereu que a Bélgica e outros pequenos países da União Europeia também tenham assento no G-20. Reynders, cujo país tem agora a presidência rotativa da UE, acredita que o G-20 tem que espelhar as reformas que estão sendo feitas no Fundo Monetário Internacional.

EDUARDO MAGOSSI, Agência Estado

23 de outubro de 2010 | 17h35

Os ministros de finanças do G-20 chegaram a um acordo, durante a reunião, de reformular o FMI para dar maior voz aos países emergentes. Com a reforma no FMI, países como China, Índia e o outros terão mais peso em detrimento da Europa, permitindo que o fundo reflita melhor a mudança de forças global.

Com a expectativa de que as nações do euro tenham um possível assento grupal no FMI ao invés de assentos individuais, Reynders sugeriu que o bloco do G-20 também espelhe a representação do FMI. A Bélgica, por exemplo, poderia rotacionar com a Holanda. O diretor geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn disse que na reforma do conselho do FMI, a Europa concordou em perder dois assentos. Cerca de 5% dos direitos de voto serão transferidos, e Brasil, Rússia, Índia e China estarão todos entre os 10 maiores acionistas do FMI. As informações são da Dow Jones.

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