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Ministro nega existência de célula terrorista na tríplice fronteira

O ministro da Justiça, Paulo de Tarso Ribeiro, afirmou que não existe na tríplice fronteira - Brasil, Paraguai e Argentina - nenhuma célula terrorista, conforme foi divulgado ontem pela rede internacional de TV CNN. "Pode estar havendo aí um certo exagero, já que não há registro sobre isso em nenhum dos três países. Há uma certa demonização da região, o que não é correto, disse o ministro que preside em Salvador reunião de ministros de Justiça e Interior do Mercosul, mais Chile e Bolívia. Entre os diversos acordos firmados no encontro entre os cinco países, está o que libera definitivamente o trânsito de imigrantes, que passam a ter agora todos os direitos civis e trabalhistas por onde transitam. Esta medida beneficia cerca de 380 mil brasileiros que vivem ilegalmente no Paraguai e cerca de 20 mil bolivianos que trabalham clandestinamente em São Paulo, principalmente em indústria de confecções de coreanos. "Um dos objetivos deste acordo que será ratificado no dia 6 de dezembro por todos os presidentes do Mercosul é combater o trabalho ilegal e semiescravo e dar os direitos civis aos imigrantes dos cinco países", disse Paulo de Tarso.

Agencia Estado,

08 de novembro de 2002 | 13h01

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