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Ministro saudita diz que peregrinos talvez tenham descumprido as instruções para o Hajj

Khalid Al-Falih garantiu que as investigações sobre o pior acidente durante o rito muçulmano nos últimos 25 anos serão conduzidas de forma rápida

O Estado de S. Paulo

25 Setembro 2015 | 08h20

DUBAI - O ministro da Saúde da Arábia Saudita disse na quinta-feira que o tumulto que resultou em mais de 700 mortes na peregrinação muçulmana do Hajj pode ter sido causado por peregrinos que não seguiram as instruções das autoridades.

Em comunicado postado no site do ministério, o ministro Khalid Al-Falih disse que uma investigação seria conduzida rapidamente sobre o pior desastre durante a peregrinação em 25 anos. Pelo menos outras 863 pessoas ficaram feridas.

"As investigações sobre o acidente do pisoteamento que aconteceu hoje (quinta-feira) em Mina, que talvez tenha acontecido porque alguns peregrinos não seguiram as instruções das autoridades relevantes, serão rápidas e anunciadas como aconteceu em outros acidentes", disse o ministro.

Falih afirmou ainda que os feridos estavam sendo transferidos para hospitais em Meca e, caso necessário, em outras partes do país.

O rei Salman da Arábia Saudita disse que ordenou uma revisão dos planos do Hajj após o desastre, no qual dois grandes grupos de peregrinos chegaram juntos em um cruzamento em Mina, a poucos quilômetros de Meca, enquanto seguiam para praticar o ritual do "apedrejamento do demônio" em Jamarat. /REUTERS

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