Ministro sul-africano tenta encerrar greve da mineração

O ministro da mineração da África do Sul, Ngoako Ramatlhodi, disse neste sábado ainda ter esperança de que possa ser encontrada uma solução para a greve que já dura quase cinco meses no país. Ele afirmou, contudo que vai se retirar das negociações, caso não haja avanços.

Agência Estado

07 de junho de 2014 | 08h56

O ministro, que assumiu o cargo em maio, liderou uma rodada de negociações entre as empresas de mineração de platina e o sindicato que representa os mineiros e os funcionários da construção. Ele disse que acompanhará mais uma rodada de conversas entre as partes na segunda-feira.

Se não for encontrada uma solução, ele disse que o sindicato e as empresas terão de voltar ao tribunal de trabalho para que se resolva a questão. Fontes próximas às negociações disseram que é provável que as empresas e o sindicato sejam forçados a voltar ao tribunal.

Uma vez resolvida a greve, o ministro garantiu que irá se concentrar em garantir que as empresas cumpram a legislação para o setor mineral do país e as metas acordadas. Ele disse que, se as empresas forem pegas não transferido as porcentagens determinadas para parcelas historicamente desfavorecidas da população sul-africana, elas correrão o risco de perder suas licenças de mineração. Fonte: Dow Jones Newswires.

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