Pete Souza/Divulgação Casa Branca
Pete Souza/Divulgação Casa Branca

Missão dos EUA em Cuba deve se tornar embaixada

Roberta Jacobson, secretária de Estado assistente para assuntos do Hemisfério Norte deve visitar Cuba no próximo mês

O Estado de S. Paulo

27 de dezembro de 2014 | 15h08

Havana, 27/12/2014 - Após quase 50 anos de relações cortadas entre Estados Unidos e Cuba, um prédio de sete andares onda funciona a missão norte-americana na ilha comandada pelos irmãos Castro deve se tornar uma embaixada. Os dois países estão discutindo a primeira fase da retomada das relações, que inclui reformar o edifício, localizado no boulevard Malecon.

Roberta Jacobson, secretária de Estado assistente para assuntos do Hemisfério Norte, será a autoridade mais importante dos EUA a visitar Cuba em décadas, quando chegar no próximo mês para conversas anuais sobre imigração.

Durante o encontro devem ser discutidas medidas para estreitar as relações, como aumentar as equipes das missões dos dois países e permitir que os diplomatas deixem a capital sem precisar de autorização do governo. Também faz parte da reabertura da embaixada dos EUA em Havana um gesto bastante simbólico: o hasteamento da bandeira norte-americana. "Abrir uma embaixada é um gesto simbólico, mas símbolos são muito importantes", comenta John Caulfield, que chefiou a missão dos EUA em Cuba de 2011 a 2014.

A missão de Cuba nos EUA, que fica no bairro de Adams Morgan, em Washington, também deve se tornar uma embaixada. Fonte: Associated Press.

Tudo o que sabemos sobre:
EUACubaembaixada

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.