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Missão dos EUA no Afeganistão está no início, diz Gates

Pressionado pela queda do apoio ao governo Barack Obama e à guerra no Afeganistão, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, advertiu ontem que os esforços contra o Taleban "ainda estão no começo". A campanha no Afeganistão já dura oito anos. Gates disse ainda "estar aberto" a recomendações do comando militar dos EUA que envolvam o envio de mais soldados ao front afegão. Até agora, o secretário de Defesa afirmava ser contrário ao aumento de tropas no Afeganistão.

AE, Agencia Estado

04 de setembro de 2009 | 08h02

No entanto, Gates disse ontem que sua oposição poderia ser "mitigada" caso afegãos passem a ver os militares adicionais como aliados e não inimigos. Em entrevista a jornalistas no Pentágono, Gates partiu para ofensiva e rebateu críticas de democratas e republicanos que defendem uma retirada imediata. "É importante lembrar que as decisões do presidente Obama e sua estratégia foram elaboradas somente no fim de março. Nosso comandante (o general Stanley McChrystal) só entrou em cena em julho", disse ele, ao lado do chefe do Estado-Maior, almirante Mike Mullen.

Gates lembrou que "nem sequer todos" os 21 mil novos soldados enviados por Obama chegaram ao Afeganistão. "Agora é que estamos começando a ter uma posição capaz de levar adiante nossa estratégia." Pesquisas de opinião apontam para uma queda acentuada na aprovação popular da guerra. Segundo sondagem do jornal "Washington Post", mais da metade dos norte-americanos se diz contra o esforço no Afeganistão. Apenas 24% afirmam que apoiariam o eventual envio de mais soldados. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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