Monges protestam em Mianmar e pedem rejeição a plebiscito

Em cartazes, eles chamam o general Than Shwe de 'assassino' e pedem a libertação dos presos políticos

Efe,

05 de março de 2008 | 05h24

Grupos de monges budistas em Mandalay, a segunda maior cidade de Mianmar (antiga Birmânia), aumentaram o tom de seus protestos contra a Junta Militar, e pediram aos moradores do país que rejeitem a minuta da nova Constituição no próximo plebiscito. Os religiosos fixaram cartazes com críticas ao líder do regime, o general Than Shwe, e exigiram a libertação de todos os presos políticos e da líder opositora e Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi, informou nesta quarta-feira, 5, a publicação dissidente The Irrawaddy. Em um dos cartazes advertiam que o apoio à Constituição fará com que a "próxima geração também esteja perdida", e em outro os monges chamaram Than Shwe de "assassino" que quer "colonizar o povo sob o regime militar". A Carta Magna já foi rejeitada pela Aliança de Todos os Monges Birmaneses, o movimento estudantil, as minorias étnicas, e o principal partido opositor, a Liga Nacional pela Democracia (LND), liderado por Suu Kyi.

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