Mongólia declara estado de emergência após protestos

Em manifestação contra fraude nas eleições, multidão invade prédio do partido governista na capital

Associated Press,

01 de julho de 2008 | 17h34

O presidente da Mongólia Nambaryn Enkhbayar declarou nesta terça-feira, 1, estado de emergência de quatro dias na capital do país após intensos protestos que eclodiram nos escritórios do partido governista. Os manifestantes protestavam alegando fraude nas eleições.   Fotos: Reuters   De acordo com o decreto do presidente, nenhuma reunião pública será permitida em Ulan Bator durante o período em que vigorar o estado de emergência, que começa na quarta-feira, 2, logo após a meia-noite.     A polícia também está permitida a usar a força para conter os milhares de manifestantes que fizeram violentas demonstrações alegando fraudes nas eleições parlamentares do final de semana.     A multidão saqueou os escritórios do Partido Revolucionário do Povo Mongol, e o deixou em chamas. Gás lacrimogêneo, balas de borracha e canhões de água não foram suficientes para dispersar os furiosos manifestantes.

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