Morre ex-militar argentino detido por genocídio

Um dos 42 ex-repressores argentinos detidos por delitos de genocídio e tortura na última ditadura militar morreu em conseqüência de uma pneumonia, informou uma fonte judicial. Trata-se do coronel da reserva Eugenio Antonio Barrozzo, de 80 anos, que se encontrava hospitalizado, em estado grave. Barrozzo integrava a lista de ex-agentes da ditadura que foram detidos em julho por ordem do juiz federal Adolfo Canicoba Corral, a pedido de seu colega espanhol Baltasar Garzón.

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