Muhammad ud-Deen/AP
Muhammad ud-Deen/AP

Morte de al-Awlaki é duro golpe na Al-Qaeda, diz Obama

Presidente americano afirma que organização ainda é perigosa, mas está enfraquecida

Agência Estado

30 Setembro 2011 | 13h47

WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta sexta-feira, 30, que a morte do clérigo Anwar al-Awlaki no Iêmen "é um importante golpe contra um dos mais ativos associados da Al-Qaeda". Ele também afirmou que o fato "representa outro marco nos amplos esforços para derrotar" a organização terrorista.

 

Veja também:

linkClérigo da Al-Qaeda é morto no Iêmen

especialMAPA: As franquias da Al-Qaeda

 

Segundo Obama, a morte de al-Awlaki mostra a persistência dos esforços militares contra o terrorismo. O presidente declarou que a Al-Qaeda continua perigosa, mas está enfraquecida.

 

Al-Awlaki, que nasceu nos Estados Unidos, era um representante importante da Al-Qaeda na península arábica que teria tido envolvimento direto em complôs contra os Estados Unidos. Ele foi morto na manhã desta sexta-feira num ataque contra um comboio realizado por uma operação conjunta da CIA e dos Comandos Conjuntos de Operações Especiais.

 

Obama declarou que a morte de al-Awlaki "é a prova de que a Al-Qaeda e seus associados não encontrarão esconderijos seguros em nenhuma parte do mundo".

 

Awlaki esteve envolvido em uma tentativa fracassada da Al-Qaeda na Península Arábica de atacar um avião com destino aos EUA, em 2009. Autoridades dos EUA o consideravam um "terrorista global", mas o Iêmen já havia se mostrado relutante em agir contra ele.  Eloquente em inglês e árabe, ele encorajou ataques nos Estados Unidos e era visto como um homem que poderia atrair mais recrutas de países ocidentais para a Al-Qaeda. As informações são da Associated Press e da Dow Jones.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.