Morte de líder norte-coreano levaria a governo militar

O governo da Coréia do Norte pode enfrentar uma espécie de coma se o líder Kim Jong-il morrer repentinamente, mas deve voltar à vida com uma tomada militar, disse um relatório da inteligência sul-coreana obtido nesta terça-feira. O comitê de inteligência do Parlamento da Coréia do Sul disse que o sistema vigente no Norte deve prosseguir mesmo com a morte de Kim. "Oficiais militares devem lutar entre si para assumir o poder", afirmou o documento. Kim, de 64 anos, não indicou um sucessor. Ele tem três filhos conhecidos e não se sabe qual será nomeado. Sem sucessor claro estabelecido em Pyongyang, o relatório diz que provavelmente haverá um governo militar no país. Kim Il-sung nomeou seu filho Kim Jong-il como sucessor em 1974. Jong-il assumiu em 1994, após Il-sung ter morrido, aos 82 anos.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.