Morte de outro americano amplia pressão

A execução de um segundo cidadão americano pelo Estado Islâmico (EI) em 14 dias aumentou a pressão para que o presidente Barack Obama atue de maneira mais decisiva para tentar conter o avanço do grupo terrorista e autorize ataques aéreos a posições da organização na Síria.

O Estado de S.Paulo

03 de setembro de 2014 | 02h00

Obama tem repetido que uma ação militar não é suficiente para enfrentar a ameaça representada pelo EI e defende uma abordagem que inclua esforços diplomáticos, políticos e econômicos. Na sexta-feira, ele frustrou expectativas de que anunciaria bombardeios contra o EI na Síria e afirmou que seu governo ainda não tinha uma estratégia para combater a organização.

No início de agosto, Obama autorizou ataques aéreos contra posições do EI no norte do Iraque, na primeira incursão militar dos EUA no país desde o encerramento oficial da guerra, em 2011. O presidente disse que eles seriam "limitados" e não envolveriam a mobilização de tropas.

Na sexta-feira, Obama também deixou claro que não gostaria que os EUA agissem de maneira isolada no combate ao EI e defendeu a criação de uma coalização internacional, que envolva países da região. O tema estará na pauta da reunião da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), que começa amanhã no País de Gales. / CLÁUDIA TREVISAN, DE WASHINGTON

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