Morte de pai de Bachelet será investigada

SANTIAGO

, O Estado de S.Paulo

26 de agosto de 2011 | 00h00

A Justiça do Chile investigará a morte do brigadeiro Alberto Bachelet, pai da ex-presidente Michelle Bachelet, que apoiava o governo de Salvador Allende antes do golpe de 11 de setembro de 1973 e, por isso, foi preso por traição pela ditadura de Augusto Pinochet. O juiz Mario Carroza afirmou ontem que concordou em rever a denúncia de que o general foi torturado até a morte.

O militar morreu na prisão - oficialmente, de ataque cardíaco -, aos 51 anos. Antes, escreveu uma carta em que denunciou abusos por parte de integrantes da Força Aérea que ele mesmo havia treinado. Bachelet permaneceu leal a Allende até o fim, recusando-se a reconhecer o governo de Pinochet. Ele foi preso no dia do golpe e sobreviveu na prisão até 12 de março de 1974. / AP

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