Mortos e desaparecidos por chuvas na China chegam a 1.260

Meteorologistas alertam que as chuvas continuarão no centro e no sul do país

Efe,

27 de julho de 2010 | 05h12

 

PEQUIM - As inundações na China, as piores desde 1998, já causaram 823 mortes e deixaram 437 desaparecidos em 2010, segundo dados do Escritório Estatal de Controle de Inundações e Secas, informa a agência Xinhua.

As perdas econômicas chegam a 154 bilhões de iuanes (US$ 22,7 bilhões), mais que o dobro de qualquer outro ano desde 2000.

As chuvas continuarão no centro e sul da China, segundo as últimas previsões meteorológicas, que alertam para o risco de novas inundações.

Mais de 370 mil soldados e residentes foram mobilizados para reforçar as tarefas de prevenção de inundações em oito províncias que se encontram ao longo dos principais rios do país.

O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, pediu às autoridades locais que se preparem para mais inundações e desastres.

O último acidente grave aconteceu durante a madrugada de segunda-feira, 26, na província sulina de Yunnan, onde pelo menos 11 pessoas morreram e outras 11 desapareceram após um deslizamento de terra provocado por uma chuva torrencial.

A China enfrenta a cada ano, entre junho e setembro, um período de inundações que castigam o centro e o sul do país e as deste ano estão sendo as piores desde 1998, quando morreram milhares de pessoas.

Este ano, além disso, 28 províncias e mais de 120 milhões de pessoas foram afetadas por estes desastres meteorológicos.

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