Mortos no Quirguistão já chegam a 68 de acordo com o Ministério da Saúde

Protesto foi provocado por opositores do governo e causou a queda do presidente Bakíev

Efe

08 de abril de 2010 | 04h22

MOSCOU - Ao menos 68 pessoas morreram e mais de 520 ficaram feridas nas manifestações antigovernamentais ocorridas na quarta-feira, 7, na capital do Quirguistão, Bisek, e que foram reprimidas violentamente pelas autoridades locais, segundo informou nesta quinta-feira, 8, o Ministério da Saúde.

 

Veja também:

linkSaiba mais sobre o Quirguistão

 

De acordo com um porta-voz do Ministério, até o momento somente 33 cadáveres foram identificados. Por sua vez, o opositor Omurbek Tekebáyev, ex-presidente do Parlamento, afirmou que o número de mortos ultrapassa a barreira dos 100.

 

A dirigente opositora Rosa Otunbáyeva assumiu nesta quarta-feira o poder no Quirguistão, após a derrubada do presidente Bakíev, que abandonou a capital e se encontra em sua residência em Osh, sua cidade natal.

 

Centanas de pessoas se encontram na manhã desta quinta-feira em frente a Casa Blanca, a sede da presidência, onde existe uma grande movimentação, mas o trabalho do governo está paralisado, segundo informou Bisek à agência russa Interfax.

 

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.