REUTERS/Luisa Gonzalez
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Mourão defende ação conjunta para mudar regime na Venezuela, mas sem intervenção militar

'Brasil acredita que é possível devolver a Venezuela à democracia sem qualquer ação extrema', afirmou o vice

Redação, O Estado de S.Paulo

25 de fevereiro de 2019 | 16h08

O vice-presidente do Brasil, Hamilton Mourão, afirmou que o País vai "manter a linha de não intervenção" na Venezuela, recorrendo somente às estratégias de "pressão diplomática e econômica", a fim de que uma "solução pacífica" se instaure no país vizinho. O posicionamento do Brasil foi anunciado pelo vice-presidente em sua conta no Twitter.

Mourão, que está participando do encontro do Grupo de Lima, que discute a situação política atual da Venezuela, disse que não haverá "aventuras" com relação ao país caribenho. "O Brasil acredita que é possível devolver a Venezuela à democracia sem qualquer ação extrema", disse. 

O vice-presidente ainda condenou a violência cometida a manifestantes contrários ao regime de Nicolás Maduro. "Condenamos o regime de Nicolás Maduro e estamos indignados com a violência contra a população venezuelana".

Na semana passada, soldados venezuelanos abriram fogo contra civis que se opunham à operação que buscava impedir o acesso à Venezuela de caminhões do Brasil com ajuda humanitária. Duas pessoas morreram no incidente.

 

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