
09 de setembro de 2010 | 07h44
Segundo ele, muitas vezes a imprensa ocidental mostra líderes marginais do islamismo atacando o judaísmo e o cristianismo como se fossem autoridades religiosas importantes. "Não podemos fazer o mesmo. Estamos trabalhando para que os muçulmanos ao redor do mundo entendam que este é um caso isolado", disse Saylor, advertindo, porém, que existe uma "bolha islamofóbica" nos EUA.
Citando o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, Saylor disse que episódios como o do pastor Jones e a oposição à construção do centro comunitário islâmico a dois quarteirões do Marco Zero onde estavam as Torres Gêmeas "possuem motivações políticas e devem se reduzir depois das eleições (parlamentares) de novembro". Ele também elogiou as manifestações da secretária de Estado, Hillary Clinton, e do comandante das forças americanas no Afeganistão, David Petraeus, que condenaram a decisão do pastor na Flórida. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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