Mulher de 98 anos é indiciada por assassinato de colega

Uma mulher de 98 anos foi indiciada hoje pelo assassinato de sua colega de quatro, de 100 anos, numa casa de repouso. Laura Lundquist foi enviada para um hospital psiquiátrico para avaliação médica antes de ser processada por homicídio.

AE-AP, Agencia Estado

11 de dezembro de 2009 | 19h57

Seu advogado, Carl Levin, disse que ela tem um "antigo diagnóstico de demência, bem como de problemas cognitivos".

O corpo de Elizabeth Barrow, que tinha um saco plástico amarrado ao redor da cabeça, foi encontrado em sua cama, no asilo, no dia 24 de setembro. A polícia acreditou inicialmente que fora um suicídio, mas exames médicos indicaram homicídio depois que uma autópsia revelou estrangulamento.

O filho da vítima, Scott Barrow, disse que Lundquist reclamara para funcionários da casa de repouso sobre o número de visitantes que sua mãe recebia. Ele disse também que Lundquist fez ameaças a sua mãe.

Ele recusou-se a falar sobre a denúncia, que foi feita nesta sexta-feira a um grande júri em Bristol.

As duas mulheres partilhavam o mesmo quarto havia cerca de um ano. Barrow disse que pediu a administração para que separasse as mulheres, mas eles acreditavam que elas se davam bem. Ele disse que sua mãe não queria deixar o quarto porque foi onde ela e o marido viveram por vários anos antes de ele morrer em 2007.

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