Mulher libertada pelo Iêmen não é mais tida como suspeita de pacotes-bomba

Autoridades acreditam que identidade de universitária foi roubada para endereçar pacotes

estadão.com.br,

30 de outubro de 2010 | 16h46

Atualizado às 18h20

 

Uma mulher inicialmente tida como suspeita de ser a responsável pelo envio de dois pacotes-bomba interceptados ontem e que tinham como destino os EUA não é mais considerada responsável pelo incidente, informou um oficial iemenita à Associated Press neste domingo, 31.

 

A universitária Hanan Mohamed al Samawi, de 22 anos, chegou a ser presa hoje e já está em liberdade após ter pago fiança, com a condição de que compareça sempre que for chamada para interrogatórios.

O presidente iemenita, Ali Abdullah Saleh, havia dito anteriormente que os norte-americanos e os Emirados Árabes Unidos forneceram informações suficientes para identificar a mulher como possível responsável pelo envio dos pacotes e que a casa dela estava cercada pelas forças de segurança locais.

 

As autoridades a capturaram após rastrearem o nome e endereço apontados como remetentes nos pacotes. Após ela ter sido presa, no entanto, a agência de correios informou que não foi ela quem assinou os documentos para o envio.

 

Segundo o oficial, que falou sob condição de anonimato, autoridades acreditam que alguém roubou a identidade de Hanan para endereçar os pacotes.

Na sexta-feira, autoridades de três continentes conseguiram frustrar atentados que seriam executados com pacotes-bomba transportados por dois aviões cargueiros que partiram do Iêmen tendo como destino os EUA.

 

Com Efe, AP e Reuters

 

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