Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90
REUTERS/Jacky Naegelen
REUTERS/Jacky Naegelen

Mulher que fingiu ser vítima de atentados em Paris é condenada na França

Laura Ouandjli, de 24 anos, que foi julgada por falsificação e fraude, deverá ficar um ano presa e pagar uma multa simbólica de € 1 por danos e prejuízos ao Fundo de Indenização das Vítimas do Terrorismo

O Estado de S. Paulo

22 de novembro de 2016 | 12h30

PARIS - Um tribunal francês condenou a um ano de prisão uma mulher que se fez passar por vítima dos atentados de Paris de 13 de novembro de 2015 para receber uma indenização.

Laura Ouandjli, de 24 anos, julgada por falsificação e fraude, também deverá pagar um euro simbólico por danos e prejuízos ao Fundo de Indenização das Vítimas do Terrorismo, determinou o Tribunal Correcional de Versalhes, perto de Paris.

Laura, mãe de família desempregada, procurou uma delegacia da região parisiense para apresentar uma denúncia, afirmando que ficou gravemente ferida no braço nos atentados de terroristas que atingiram a capital francesa.

A jovem disse estar no bar Le Carillon e se apresentou com uma tipoia, um certificado médico indicando que deveria fazer enxertos de pele e uma foto do braço supostamente ferido. No entanto, a polícia considerou suas declarações incoerentes, já que a mulher afirmou ter sido ferida por uma explosão, quando o Le Carillon foi atacado com fuzis de assalto.

As autoridades descobriram ainda que o certificado médico era falso e seu nome não figura em nenhuma lista dos hospitalizados na noite do drama. Ela, por fim , acabou confessando a mentira.

Os atentados de Paris, reivindicados pelo grupo terrorista Estado Islâmico (EI), deixaram 130 mortos e centenas de feridos. / AFP

Tudo o que sabemos sobre:
Estado IslâmicoFrançaTerrorismo

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.