Kadir Celikcan/Reuters
Kadir Celikcan/Reuters

Mulheres e filhos de combatentes do EI são transferidos de campo no Iraque

Eles serão investigados antes de sua expulsão do país, segundo autoridades iraquianas

O Estado de S.Paulo

18 Setembro 2017 | 12h19

MOSSUL, IRAQUE - Cerca de 500 mulheres de extremistas, capturadas em Mossul, norte do Iraque, junto com seus 800 filhos, foram levados no domingo para um centro de retenção para serem investigados antes de sua expulsão do país, informou nesta segunda-feira um membro do Conselho Provincial de Nínive.

Segundo a fonte, são 509 mulheres 813 crianças, de 13 nacionalidades diferentes e oriundos da Europa, Ásia e América.Segundo outra fonte governamental, 300 mulheres são de nacionalidade turca.

Estas mulheres e seus filhos se encontravam até agora em um campo a 60 km ao sul de Mossul administrado por organizações humanitárias internacionais. Entidades de direitos humanos denunciaram que essas pessoas eram detidas ali contra sua vontade

Depois que as forças iraquianas reconquistaram os últimos redutos do grupo Estado Islâmico (EI) no norte do país, centenas de mulheres e filhos de jihadistas se entregaram às forças curdas, segundo indicaram fontes oficiais./ AFP

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