Museu do 11/9 é lugar de 'esperança', diz Obama

O presidente americano, Barack Obama, chamou ontem o Museu do 11 de Setembro de "lugar sagrado de cura e esperança", que captura tanto a história como o espírito de heroísmo após os ataques.

NOVA YORK , O Estado de S.Paulo

16 Maio 2014 | 02h04

"Como as grandes paredes e alicerces que nos acolhem hoje, nada poderá nos abalar", declarou Obama na cerimônia de abertura reservada aos parentes das vítimas, aos sobreviventes e às equipes de resgate que trabalharam nos atentados de 11 de setembro de 2001. O museu será aberto ao público no dia 21.

Antes da cerimônia, Obama caminhou pelas salas de exposição, acompanhado pelo ex-prefeito de Nova York Michael Bloomberg, pela primeira-dama, Michelle Obama, pelo ex-presidente Bill Clinton e por sua mulher, Hillary Clinton.

A cerimônia ocorreu no Foundation Hall, um espaço subterrâneo nas fundações das Torres Gêmeas do World Trade Center derrubadas por aviões sequestrados por terroristas da Al-Qaeda.

Bloomberg, presidente do Memorial do 11 de Setembro, afirmou que o local será visto no futuro como um "ponto sagrado do país", assim como o campo de Batalha de Gettysburg (ponto de inflexão da Guerra Civil dos EUA, em 1863), Pearl Harbor (cujo ataque pelas forças japonesas marcou a entrada dos EUA na 2.ª Guerra) ou o Memorial da Guerra do Vietnã. / AP e REUTERS

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