Na invasão, 42 rebeldes chechenos foram mortos

Quarenta e dois rebeldes do comando checheno morreram na invasão pela polícia russa do Teatro Dubrovka de Moscou, onde mais de 700 pessoas eram mantidas reféns há mais de três dias pela guerrilha. Entre os mortos, há 18 mulheres com explosivos atados ao corpo, segundo o ministério do Interior Russo, citado pela agência russa Interfax. O ministério informou que no teatro, após o fim da operação de resgate, foram encontrados os cadáveres de 42 membros do comando checheno. Anteriormente, a cifra de rebeldes mortos era de 34.Dos reféns, 67 morreram na operação, declarou o vice-ministro do Interior, Vladimir Vassiliev. Ele disse, no entanto, que os reféns não foram mortos durante a invasão das forças especiais russas, mas sim pelos rebeldes, que teriam cumprido suas ameaças. Cerca de 300 dos reféns estão hospitalizados, muitos estão em estado grave. Alguns deles sofreram paradas cardíacas em conseqüência do gás utilizado pelas tropas russas na operação de invasão do prédio.

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