Negado veto a licença de médico de Michael Jackson

O médico Conrad Murray, acusado pela morte de Michael Jackson, terá sua licença mantida para trabalhar na Califórnia, nos Estados Unidos. O juiz da Suprema Corte Michael Pastor negou um pedido das autoridades estaduais para a suspensão da permissão da prática da medicina por Murray no Estado. Pastor disse que não havia motivos para revisar as condições da liberdade condicional de Murray.

AE-AP, Agência Estado

14 de junho de 2010 | 19h05

As autoridades da Califórnia buscam a suspensão do médico desde que ele foi acusado de homicídio culposo do cantor, em fevereiro. Murray é acusado de dar a Michael Jackson uma dose letal do anestésico propofol em junho do ano passado. Ele se declarou inocente. Pastor disse que pode revisar a questão da licença de Murray, mas apenas se houver novas informações ou depois de uma audiência preliminar.

Os advogados de Murray pediram que a restrição não fosse aprovada, afirmando que isso poderia fazer com que autoridades do Texas e de Nevada tomassem medidas semelhantes. Murray tem clínicas nos dois Estados, dos quais recebeu ordens para não ministrar anestésicos aos pacientes.

Ed Chernoff, advogado do médico, afirmou em documentos que Nevada e Texas haviam chegado a um acordo para permitir que Murray trabalhasse, desde que ele obedecesse a ordem de não administrar anestésicos como o propofol. O rei do pop morreu no dia 25 de junho, depois de Murray, seu médico pessoal, ter administrado propofol e outras drogas para ajudar o cantor a dormir.

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