Negociações pacíficas no Egito podem durar pouco

O Conselho de Defesa Nacional do Egito advertiu aos manifestantes que exigem a volta da democracia no país que as negociações para um fim pacífico do impasse "não vão durar para sempre".

AE, Agência Estado

04 de agosto de 2013 | 11h33

Por meio de nota, o Conselho de Defesa Nacional advertiu ainda que qualquer eventual acordo com os manifestantes não poupará "quem violou a lei nem aqueles que incitaram o povo contra o Estado".

O Conselho de Defesa Nacional é liderado pelo presidente interino do Egito, Adli Mansour, e conta com a participação dos mais influentes ministros do governo empossado nos dias que se seguiram ao golpe militar que depôs Mohammed Morsi, o primeiro presidente democraticamente eleito da história do país.

O comunicado do Conselho de Defesa Nacional foi divulgado neste domingo (4), um dia depois de o grupo ter se reunido no Cairo.

Os manifestantes organizaram acampamentos permanentes para exigir a volta de Morsi e a restauração da democracia no Egito.

Morsi foi deposto pelos militares em 3 de julho, apenas um ano e três dias depois de sua posse. Os Estados Unidos e a União Europeia (UE) tentam mediar uma solução pacífica para a crise política egípcia. Fonte: Associated Press.

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