Netanyahu diz a Kerry que milícias em Gaza pagarão por seus atos

Primeiro-ministro israelense conversou com secretário de Estado americano após fim do cessar-fogo que deveria durar 72 horas

O Estado de S. Paulo

01 de agosto de 2014 | 12h21

JERUSALÉM - O primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, conversou nesta sexta-feira, 1, com o secretário de Estado americano, John Kerry, e afirmou que as milícias na Faixa de Gaza pagarão as consequências de seus atos, após a provável captura de um soldado israelense.

"Israel dará todos os passos necessários contra aqueles que querem a nossa destruição e cometem atos de terrorismo contra nossos cidadãos", disse Netanyahu a Kerry, segundo um comunicado do Escritório do primeiro-ministro.

Netanyahu acrescentou que apesar do comunicado conjunto de Kerry com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, dizendo que o Hamas e outras facções armadas em Gaza teriam oferecido garantias sobre um cessar-fogo a partir das 8 horas (2 horas no horário de Brasília), o pacto foi violado. "Dois soldados israelenses morreram e suspeita-se que outro foi capturado. Isto aconteceu depois de o cessar-fogo entrar em vigor."

O chefe do governo israelense convocou para esta tarde uma nova reunião de seu gabinete para analisar as ramificações da nova situação e o andamento da campanha militar em Gaza, que pode ser prolongada e ampliada caso se confirmem as suspeitas da captura do soldado. /EFE

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