No Chile, técnicos fazem últimos testes com cápsula

A cápsula "Fênix 2" iniciou, sem ocupantes, por volta da 22h (mesmo horário de Brasília) os últimos testes de descida até as profundezas da mina de San José, localizada no norte do Chile, para reconhecer o poço pelo qual nas próximas horas serão içados os 33 trabalhadores, soterrados há 69 dias, a quase 700 metros de profundidade.

Agência Estado

12 de outubro de 2010 | 23h08

Primeiramente, a cápsula desceu até 65 metros e subiu a 45 metros para reconhecer a parte do duto que foi revestida pelas equipes de resgate para evitar o atrito com a rocha. Em seguida, a "Fênix 2" passou a descer um pouco mais, visando chegar a 464 metros de profundidade, outro ponto do trajeto considerado decisivo, já que é lá que o poço se estreita ligeiramente. Estes testes estavam previstos para durar cerca de uma hora.

Superada esta etapa, um dos 5 membros da equipe de resgate que descerão até o refúgio onde estão os mineradores deverá realizar outra descida. Este funcionário trará informações aos técnicos e autoridades, dentre elas, o presidente chileno Sebastián Piñera, que permanece próximo ao poço. Os parentes dos mineradores seguem atentamente por aparelhos de televisão em um acampamento próximo o desenvolvimento dos testes.

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