EFE/ Maurizio Brambatti
EFE/ Maurizio Brambatti

No Marrocos, Papa defende que 'migração não será resolvida aumentando as barreiras físicas'

Pontífice também elogiou o posicionamento do país, o qual considera "um modelo de humanidade, de acolhimento e proteção aos imigrantes"

Redação, O Estado de S.Paulo

30 de março de 2019 | 16h11

SÃO PAULO - Durante visita ao Marrocos na tarde deste sábado, 30, o Papa Francisco elogiou o país como um modelo religioso e de recepção a imigrantes. Em um encontro com o rei Mohamed VI, ele ainda alertou que barreiras físicas e o medo não impedem as pessoas de exercerem seu legítimo direito de buscar uma vida melhor em outro lugar.

"A questão da migração nunca será resolvida aumentando as barreiras, fomentando medo dos outros ou negando assistência àqueles que legitimamente aspiram a uma vida melhor para si e para suas famílias", disse Francisco. Ele também expressou seu desejo de que o Marrocos continuasse sendo um modelo de humanidade, de acolhimento e proteção aos imigrantes.

Segundo o Papa, "a grave crise de imigração atualmente representa uma convocação urgente para ações concretas destinadas a eliminar as causas que obrigam muitas pessoas a deixar seu país e família, muitas vezes apenas para se encontrarem marginalizados e rejeitados", disse ele. O pontífice ficará no país por dois dias. / Associated Press

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