Nobel de Literatura pede pressão sobre a China

A vencedora do prêmio Nobel de Literatura deste ano, Herta Müller, pediu hoje às nações ocidentais que sejam mais duras com a China. Segundo ela, o país da Ásia está longe de ser democrático. A autora naturalizada alemã afirmou que os direitos humanos foram deixados de lado no país chinês e a perseguição aos dissidentes "não tem nada a ver com democracia".

AE-AP, Agencia Estado

08 de dezembro de 2009 | 15h08

Nascida na Romênia, Müller, de 56 anos, foi perseguida, antes de se mudar para a Alemanha, durante vários anos nos tempos da ditadura de Nicolae Ceausescu. Ela falou hoje em Estocolmo, dois dias antes de receber seu prêmio Nobel. Müller disse que os líderes chineses "terão que pensar um pouco sobre como mudar", caso o Ocidente se torne menos tolerante em suas políticas.

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